Mal escrito e mal falado! É meu! Está tudo dito.
Mal amado e pouco ético.
Acima de tudo fraco, patético.
É uma treta
Acerta ao lado com a baliza aberta.
Corta a direito com curvas pelo meio.
Mas, recordo, é meu! E como eu... é feio!
Sou o Alberto João deste sitio
Digo o que me dá gana e não hesito
Não me importo com quem lê ou a quem chego.
É tudo isto nos dias em que aqui me prendo.
Nos outros dias não é nada.
Nos outros dias é pobre e enfada
Nos dias em haja algo melhor para fazer.
Ou naqueles em que tudo apetece menos escrever.
Outros haverá em que escreverei sem me deter
Sem esperança que alguém tenha paciência bastante para o ler.
Quero que o meu Blog seja algo de muito pouco relevante
De fútil e efémero. Errante.
Não estarei disponível para me aturar
Com coisas importantes, que façam rir ou chorar.
Peço-vos paciência, mas não me entreguem essa obrigação.
Ter que escrever aqui é por si só uma enorme punição
Todos à minha volta tem um Blog ou lá o que é isto.
E eu ainda agora comecei, mas, perdoem-me, desisto!
Mudei de ideias e não quero este fardo de ter que vos entreter
Eu nunca soube e não quero saber como é isso de escrever
Assim, já não há Blog, nem textos, nem nada de parecido
Apenas uns balbúcios teclados sem sentido
Nasceu mas durou pouco.
Era feio e fraco, era meu, mas morreu novo
Este era o meu Blog
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Está na hora
Está na hora de fazer-mos disto qualquer coisa
Está na hora de acertar em cheio
Agora já é tempo de cumprirmos
De não deixar que tudo o que façamos fique a meio
Está hora de parar e pensar duas vezes
Está na hora de acabar com as jogadas
Não temos mais tempo para conversas
A margem de manobra está esgotada
Eu já estou a arregaçar as mangas
Sem medo de ser o único a avançar
Eu acho que para trás esta tudo mal
Mesmo sozinho não vou deixar de me empenhar
Não há Já quem queira deitar-nos a mão
Não há já quem queira arriscar em nós
A vida que nos resta será curta
Para fazer tudo o que de mal ficou para trás
Eu já esqueci o passado e as conquistas
E de nada nos vale essa lembrança
O que não podemos é perder mais tempo
Falta-nos tempo para que nasça esperança
Temos tudo o que é preciso para vencer
Falta-nos gente que alimente essa vontade
Falta-nos a fibra que a história nos contou
Para que não nos volte a faltar a liberdade
Deixemo-nos de ideias. De conversa
Está na hora de acabar com a pasmaceira
Está na hora de vencer esta inércia
Que nos tem devorado a vida inteira
Se eu não for capaz de mudar isto
Se eu sucumbir à luta sem motivo
Então sim! Está na hora de deixar
Que a esta terra nos coma ainda vivos
Está na hora de acertar em cheio
Agora já é tempo de cumprirmos
De não deixar que tudo o que façamos fique a meio
Está hora de parar e pensar duas vezes
Está na hora de acabar com as jogadas
Não temos mais tempo para conversas
A margem de manobra está esgotada
Eu já estou a arregaçar as mangas
Sem medo de ser o único a avançar
Eu acho que para trás esta tudo mal
Mesmo sozinho não vou deixar de me empenhar
Não há Já quem queira deitar-nos a mão
Não há já quem queira arriscar em nós
A vida que nos resta será curta
Para fazer tudo o que de mal ficou para trás
Eu já esqueci o passado e as conquistas
E de nada nos vale essa lembrança
O que não podemos é perder mais tempo
Falta-nos tempo para que nasça esperança
Temos tudo o que é preciso para vencer
Falta-nos gente que alimente essa vontade
Falta-nos a fibra que a história nos contou
Para que não nos volte a faltar a liberdade
Deixemo-nos de ideias. De conversa
Está na hora de acabar com a pasmaceira
Está na hora de vencer esta inércia
Que nos tem devorado a vida inteira
Se eu não for capaz de mudar isto
Se eu sucumbir à luta sem motivo
Então sim! Está na hora de deixar
Que a esta terra nos coma ainda vivos
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