Mal escrito e mal falado! É meu! Está tudo dito.
Mal amado e pouco ético.
Acima de tudo fraco, patético.
É uma treta
Acerta ao lado com a baliza aberta.
Corta a direito com curvas pelo meio.
Mas, recordo, é meu! E como eu... é feio!
Sou o Alberto João deste sitio
Digo o que me dá gana e não hesito
Não me importo com quem lê ou a quem chego.
É tudo isto nos dias em que aqui me prendo.
Nos outros dias não é nada.
Nos outros dias é pobre e enfada
Nos dias em haja algo melhor para fazer.
Ou naqueles em que tudo apetece menos escrever.
Outros haverá em que escreverei sem me deter
Sem esperança que alguém tenha paciência bastante para o ler.
Quero que o meu Blog seja algo de muito pouco relevante
De fútil e efémero. Errante.
Não estarei disponível para me aturar
Com coisas importantes, que façam rir ou chorar.
Peço-vos paciência, mas não me entreguem essa obrigação.
Ter que escrever aqui é por si só uma enorme punição
Todos à minha volta tem um Blog ou lá o que é isto.
E eu ainda agora comecei, mas, perdoem-me, desisto!
Mudei de ideias e não quero este fardo de ter que vos entreter
Eu nunca soube e não quero saber como é isso de escrever
Assim, já não há Blog, nem textos, nem nada de parecido
Apenas uns balbúcios teclados sem sentido
Nasceu mas durou pouco.
Era feio e fraco, era meu, mas morreu novo
Este era o meu Blog
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
O tormento de não escrever
Sempre que me chega esta vontade
Nem sei se tento parar
Escrevo coisas sem sentido
Rimo frases que quase consigo cantar
Quase choro quando isto me acontece
Comovo-me para parar esta vontade
Fico triste mas as minhas mãos não param
Não paro para pensar. Que ansiedade!
Não leio o que escrevo. Não medito.
Desmancho esta raiva a voar
Há linhas e versos que se amontoam
Não sei o que se passa. Quero parar!
Uff!!! Parece que é agora
Que espasmo brutal que me tomou
Os dedos estão mais calmos, adormecidos
Talvez me deite a e adormeça o que sobrou
Agora é um sonho. Um pesadelo!
Que me ata as mãos e não desarma
Queria estar acordado... a escrever!
Estou amarrado para sempre a esta cama
Tanto quis repousar de tanta escrita
Pedi por isto com tanta convicção
E agora estou tolhido.
Sem palavras ou mãos. Sem opção.
Estou mal deitado e mal dormido
As palavras sobrevoam fazendo inveja
Mesmo quisessem agarrá-las
Agora é o pesadelo que não deixa
Se acordar deste sonho que me atormenta
Se conseguir voltar atrás no meu desejo
Não volto a evitar as palavras
Vou escrever tudo. Tudo mesmo e sem repouso
Nem sei se tento parar
Escrevo coisas sem sentido
Rimo frases que quase consigo cantar
Quase choro quando isto me acontece
Comovo-me para parar esta vontade
Fico triste mas as minhas mãos não param
Não paro para pensar. Que ansiedade!
Não leio o que escrevo. Não medito.
Desmancho esta raiva a voar
Há linhas e versos que se amontoam
Não sei o que se passa. Quero parar!
Uff!!! Parece que é agora
Que espasmo brutal que me tomou
Os dedos estão mais calmos, adormecidos
Talvez me deite a e adormeça o que sobrou
Agora é um sonho. Um pesadelo!
Que me ata as mãos e não desarma
Queria estar acordado... a escrever!
Estou amarrado para sempre a esta cama
Tanto quis repousar de tanta escrita
Pedi por isto com tanta convicção
E agora estou tolhido.
Sem palavras ou mãos. Sem opção.
Estou mal deitado e mal dormido
As palavras sobrevoam fazendo inveja
Mesmo quisessem agarrá-las
Agora é o pesadelo que não deixa
Se acordar deste sonho que me atormenta
Se conseguir voltar atrás no meu desejo
Não volto a evitar as palavras
Vou escrever tudo. Tudo mesmo e sem repouso
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